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13/07/2021 às 11h35

Grupo de Whatsapp vira novamente 'caso' de polícia em Rondonópolis

Cidade e Cotidiano
Grupo de Whatsapp vira novamente 'caso' de polícia em Rondonópolis

Pouco mais de 70 dias após ser acusado de ter cometido CRIME CONTRA A PAZ PÚBLICA, o biólogo Caius Pistori, 40 anos, teve que comparecer novamente a delegacia de polícia, na segunda feira (12) em Rondonópolis.


Em 31 de março de 2021, o biólogo que participa de um grupo de WhatsApp “GIRO POLÍTICO”, estava defendendo o direito dos trabalhadores e comerciantes de Rondonópolis, a abrirem seus comércios, fechados por conta de decretos municipais e estaduais, desta vez outra denúncia no mesmo grupo.


Segundo consta no termo de declaração, Caius não sabe do que se trata esta segunda denuncia, nem mesmo o áudio foi anexado ao boletim de ocorrência, e dessa forma não há o que falar uma vez que não sei do que se trata. Uma denúncia rasa e sem qualquer tipo de provas.


Advogado Carlos Roberto e o Biólogo Caius -Foto: Marreta Urgente

Recentemente Caius Pistori, deixou após 18 anos de militância o Partido dos Trabalhadores (PT) em Rondonópolis, era um dos mais antigos.  Declaradamente Bolsonarista, o Biólogo e piscicultor é considerado um “grande amigão”, um democrata, sendo muito respeitado como ser humano e cidadão e há muitos anos desempenha um grande serviço na igreja católica, sendo a religião que professa.


“Estou sendo vítima de perseguição, justamente porque não vou mais se sujeitar as mentiras esquerdistas, eu sou da Paz, todos que me conhecem sabem disso, agora tem uns aí querendo me taxar de terrorista. Ocupando o serviço importante da polícia, para este tipo de denúncia vazia e sem provas. Vou tomar as medidas cabíveis para que essa perseguição acabe”.




Administradores de WhatsApp


Administradores de grupos de WhatsApp são responsáveis por ofensas feitas por membros, caso não ajam para impedi-las ou coibi-las. Cabe aos administradores remover quem ofende ou encerrar o grupo para evitar ações judiciais e reparadoras.


GRUPO DE WHATSAPP VIRA NOVAMENTE “CASO” DE POLÍCIA EM RONDONÓPOLIS