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27/08/2017 às 22h56

HIV toma conta em Cuiabá; Alerta para o 'Clube do Carimbo', uma moda que atinge LGBT's

Cidade e Cotidiano
HIV toma conta em Cuiabá; Alerta para o 'Clube do Carimbo', uma moda que atinge LGBT's
Eles são adeptos da modalidade’ bareback’, na qual gays fazem sexo sem o uso do preservativo, ou furam a camisinha conscientes que são portadores do HIV formando o ‘clube do carimbo’ (Foto: Reprodução Internet)

Infelizmente como infectologista tenho visto uma prática entre os jovens que merece um alerta, disse o Médico Infectologista, Luciano Ribeiro do Grupo Santa Rosa. Infectados pelo vírus do HIV estão transmitindo propositalmente a doença, principalmente entre os homossexuais masculinos na faixa etária de 18 a 40 anos.

 

Eles são adeptos da modalidade’ bareback’, na qual gays fazem sexo sem o uso do preservativo, ou furam a camisinha conscientes que são portadores do HIV formando o ‘clube do carimbo’. A febre inconsequente cresceu tanto que criaram blogs e grupos onde eles compartilham técnicas de como fazer o passo a passo para ‘carimbar’ o parceiro (contaminá-lo) e ainda incentivam o sexo sem camisinha.

 

Os jovens usam além da balada em boates, em festas sigilosas em que acontece a roleta russa, as “conversion parties” em que entre os convidados existem os “bugs chasers” (caçadores de vírus) e os gift givers” (presenteadores do vírus), que são os soropositivos dispostos a contaminar propositalmente ou com consentimento. Tudo em busca de uma adrenalina que não passa de uma ilusão. A juventude parece desconhecer os riscos e a gravidade da doença e isso pode voltar a se tornar uma epidemia.

 

Sabemos que há vários tratamentos com coquetéis de remédios que garantem hoje uma sobrevida para o infectado soropositivo, mas não podemos esquecer que ser contaminado pelo HIV é para a vida inteira. Não tem cura. Portadores do vírus HIV estão morrendo mais de doenças como infarto, diabetes, acidente vascular cerebral e câncer que são efeitos colaterais dos medicamentos.

 

Aos jovens vão o nosso alerta como profissionais de saúde que o efeito da adrenalina passa e aí vem a realidade com a discriminação, os efeitos colaterais dos medicamentos e em alguns casos, depressão e abandono por parte da própria família ou grupo social.

 

Os exames de HIV devem ser feitos rotineiramente como fazemos exames de sangue de controle como colesterol e glicose. E também quando se mantém uma relação sexual sem o uso do preservativo.


Não brinquemos com a nossa vida, a desperdiçando por modismos que ela é o bem mais precioso que o ser humano possui.

Maria unha

Gente o mundo está de ponta cabeça,é a maioria dos jovens perdendo a vontade de viver,esquecendo da tristeza nas pessoas q os amam.Isso é loucura,insanidade total.

01/09/2017 09:13

Meu deus nao tem uma lei p breca estes soro positivos tem q fazer eles para e ter consiencia do erro

30/08/2017 15:07