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07/08/2018 às 11h57

Igreja reforça apoio e Galli pode ser o mais votado

Política
Igreja reforça apoio e Galli pode ser o mais votado
Reprodução Web

O parlamentar de direita, Victório Galli, terá novamente o apoio da Igreja Assembleia de Deus em Mato Grosso.


O presidente da instituição,Sebastião Rodrigues de Souza, que também é vice-presidente da CGADB NACIONAL, vem reforçando o coro para a necessidade de inserir cristãos na política e de reconduzir Galli ao Congresso. Galli fez um trabalho, que gerou impacto e polêmicas nacionais, em defesa dos cristãos. 


Pautas como mudança da embaixada brasileira para Jerusalém; não ao “casamento” LGBT; proibição de adoção de crianças por homossexuais; combate à legalização do aborto pelo STF; combate à legalização das drogas; projetos para criminalizar uso de banheiro feminino por homens e gays; combate à ideologia de gênero; entre outras pautas, fizeram de Galli um político amado por cristãos e odiado por ativistas de esquerda. 


Essa firmeza de posição do parlamentar de direita faz com que o deputado seja considerado um canhão eleitoral. Pesquisas apontam para a ampliação de seu reduto, atingindo católicos e diversas denominações evangélicas. A equipe do parlamentar acredita que Galli seja o mais votado da coligação do atual governador Pedro Taques. 


Dos atuais parlamentares de Mato Grosso, estimava-se que as reeleições mais tranquilas seriam de Fábio Garcia (que optou, na última hora, compor chapa de Senado com Jayme Campos) e Victório Galli.

 

A votação de Fabinho (DEM) e Galli teria expectativa de superar a marca dos 100 mil votos. 


Outro nome que poderia superar a marca dos 100 mil seria do Procurador Mauro, do PSOL, que optou em concorrer uma vaga ao Senado federal. 


Outro nome que poderá surgir é o do novato Emanuelzinho (PTB). A desistência de Fabinho beneficia diretamente a candidatura do filho do prefeito da capital. 


Em tempo. O “polêmico”, porém autêntico direitista, Victório Galli, do grupo político do presidenciável Bolsonaro, mesmo estando em seu melhor momento político, se viu obrigado a deixar o chapão dos federais liderado pelo PSDB. Para salvar a chapa de estaduais e a candidatura ao Senado da Juíza Selma, Galli concorrerá numa frentinha com Avante, PRP e Patriota. Continuam com Pedro Taques, mas sem o chapão. E, embora o risco seja pequeno, Galli poderá ser o mais votado e não se reeleger por conta de legenda. Esse é o risco que o parlamentar resolveu correr para salvar as candidaturas da chapa de estaduais e da Juíza Selma ao Senado. 


Ocorre que a manutenção destas candidaturas e da chapa pura de estaduais sofreram pressões do PSB E PPS. Para encerrar a discussão, Galli deixou o chapão dos “encrenqueiros” e foi para o sacrifício na frentinha. 


Agora, cada apoio dos membros da Assembleia de Deus terá um peso ainda maior. E, se os evangélicos quiserem seu fiel escudeiro novamente no Congresso, terão que arregaçar as mangas e abraçar Galli.

Edienes hadassa

Se os evangélicos, se unir ele não tem com que se preocupar né

07/08/2018 15:47