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13/10/2018 às 11h46

Jair Bolsonaro: mentiras do PT não estão surtindo efeito

Política
Jair Bolsonaro: mentiras do PT não estão surtindo efeito
Reprodução Terça Livre

Calúnias e difamações não são novidade na vida do candidato à presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL). O parlamentar, no entanto, vem sofrendo ataques sem precedentes nos últimos dias por conta da proximidade das eleições presidenciais. A campanha do seu opositor, Fernando Haddad (PT), criou cartilhas que direcionam os militantes do partido para embates com eleitores de Bolsonaro.


Os petistas orientam seus militantes a mentir e a debater com “inteligência” para convencer eleitores indecisos ou converter simpatizantes de Bolsonaro ao lulupetismo.


Os meios de ludibriar os eleitores são diversos. Em uma das cartilhas que está sendo distribuída entre a militância, os petistas admitem: “a nossa estratégia é atingir – o eleitor – pela emoção e pela simpatia”.


Uma fonte do Terça Livre TV teve acesso ao drive do candidato do PT. Abaixo, os arquivos que estão sendo direcionados aos membros do partido.




O PT pede que o militante minta para convencer o interlocutor.




O partido também ensina formas de persuasão e abordagem.




Diversos casos de violência durante a última semana foram atribuídos a eleitores de Bolsonaro sem qualquer comprovação ou fundamento. Um dos casos mais divulgados foi o assassinato de um capoeirista famoso na Bahia. O homem foi morto a facadas e a mídia associou o assassino ao candidato do PSL. Pouco tempo depois, o criminoso esclareceu em coletiva que não era eleitor de Bolsonaro e que o crime não teve motivação política.




Outro caso associado a simpatizantes de Bolsonaro foi o de uma jovem que alegava ter sido atacada por três homens e marcada com um canivete. O desenho feito em sua pele seria de uma suástica. A mídia afirmou que os supostos agressores seriam apoiadores do capitão da reserva. A garota, porém, desistiu de fazer uma representação criminal do ocorrido.




Diante de todas as artimanhas da campanha de Fernando Haddad, Jair Bolsonaro, ao falar comigo, demonstrou confiança e não parece se sentir ameaçado pelas mentiras do candidato de Lula.