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26/01/2018 às 18h45

Livros do MEC apresentam MST às crianças

Brasil
Livros do MEC apresentam MST  às crianças
Foto: Reprodução Livros

As imagens e textos abaixo, relacionados aos movimentos sociais ligados ao pensamento socialista e comunista, são encontrados em livros didáticos recomendados pelo Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) do Ministério da Educação (MEC) para o triênio 2016/18.


Os referidos livros se destinam à formação de crianças que estudam na primeira fase do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano), com idades esperadas de 6 a 10 anos, alunos esses que podem estar  matriculados em escolas públicas, particulares e confessionais.


Uma estratégia para familiarizar as crianças com imagens,  memórias, políticas, práticas, narrativas e propostas dos movimentos sociais ligados ao socialismo. Desta maneira, torna-se possível incutir na mente dos alunos de tenra idade o idealismo desses movimentos para as transformações sociais. 



Esses livros foram elaborados já com a influência do espírito multicultural, especialmente a nova concepção de direitos humanos estendidos que permeiam a Base Nacional Curricular Comum (BNCC). Uma estranha e suspeita antecipação de valores da base curricular, levando-se em consideração que ela ainda estivesse em fase inicial de construção.  


Agora, com a BNCC aprovada às pressas e sem a devida discussão pública pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), dia 15 de dezembro passado e homologada rapidamente sem qualquer veto ou mudança 5 dias depois pelo Ministro da Educação, esse tipo de conteúdo, certamente, será ainda mais utilizado nas escolas. 


Esta suspeita se fundamenta na observação dos discursos do MEC, do CNE e das ONGs globalistas que bancaram a BNCC vangloriando-se de terem produzido um Currículo valorativo,  vanguardista, interculturalista, coletivista, que servirá de modelo para outros países.


A corrente de pensamento intercultural (espinha dorsal da BNCC) defende o aprofundamento da luta (tomada de espaço) pelos direitos sociais identitários e minoritários contra as hegemonias culturais, territoriais, raciais, religiosas e identitárias visando, supostamente, a promoção da igualdade e de uma cultura de paz.


Os métodos, intenções e possibilidades de acerto dessa corrente de pensamento, eleita como eixo central da BNCC, no entanto, são severamente questionados até mesmo dentro do multiculturalismo, especialmente pelas hegemonias culturais e religiosas.


Mas os conservadores, especialmente os cristãos, e nem mesmo o Parlamento se dispuseram a questionar as metodologias, os valores e as ideologias políticas revolucionárias contidas na BNCC.


Lamentavelmente, a sociedade brasileira, sobretudo a parte conservadora e cristã, terá que assistir a doutrinação estatal e também globalista dos seus filhos, via sistemas de ensino. A menos que o Congresso Nacional de desacovarde e assuma o seu papel de fato legislador, revisor da própria BNCC, fiscalizador das ações do poder executivo e de proteção à soberania nacional e ao povo.


Orley José da Silva, é professor no Ensino Fundamental, da Rede Pública Municipal de Goiânia, é mestre em letras e linguística (UFG) e doutorando em ciências da religião (PUC Goiás).



Foto: Rubens Chaves




Por: Deolhonolivrodidatico.blogspot.com.br


Obs.:
As imagens e textos abaixo foram coletadas em livros didáticos do MEC, para o triênio 2016/18.

Deixaremos que as imagens e os textos falem por si e cada leitor encontre a própria interpretação e ou/aplicação.

Veja o livro no formato PDF.