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15/04/2019 às 10h10

Os números vergonhosos do Brasil de Paulo Freire

Brasil
Os números vergonhosos do Brasil de Paulo Freire
Reprodução Internet

Enquanto as discussões políticas em torno do legado de Paulo Freire seguem acirradas na internet brasileira, a educação brasileira permanece no fundo do poço.


Considerado pela esquerda brasileira como o mais importante educador brasileiro, Paulo Freire (1921-1997) passou a ser alvo de críticas intensas nas redes sociais nos últimos anos.


O educador brasileiro, autor da “Pedagogia do Oprimido”, defendia como objetivo da escola ensinar o aluno a “ler o mundo” para poder transformá-lo.


Em 2012, durante o governo do ex-presidente Lula da Silva (PT), o educador pernambucano Paulo Freire passou a ser reconhecido como patrono da educação brasileira.


Apesar de ser defendido com unhas e dentes pela militância petista e por políticos brasileiros de viés esquerdista, a educação brasileira não apresentou melhoras significativas desde então, pelo contrário, segue caindo em vários rankings educacionais.


Os resultados do Brasil no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa, na sigla em inglês), divulgados no final de dezembro de 2016, mostraram uma queda de pontuação nas três áreas avaliadas: ciências, leitura e matemática.


O estudo, que analisou outros 69 países além do Brasil, mostrou a situação calamitosa da educação brasileira, refletindo a intensa queda do país no ranking internacional:


63ª posição em ciências;

59ª em leitura;

66ª posição em matemática.


Em ranking divulgado no mês de maio de 2017, o Brasil aparece na penúltima posição, entre 40 países pesquisados.


O ranking pertence à Pearson International e faz parte do projeto The Learning Curve (A curva do aprendizado, em inglês).


No topo da lista aparecem Finlândia e Coreia de Sul. Na 39º posição, o Brasil fica na frente apenas da Indonésia, informa o Guia do Estudante.