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01/05/2018 às 11h53

Rossato assina manifesto, continuará pré- candidato e descarta união com ex-aliados

Política
Rossato assina manifesto, continuará pré- candidato e descarta união com ex-aliados
Foto: Gilberto Leite

O ex-prefeito de Sorriso Dilceu Rossato (PSL), pré-candidato ao Governo do Estado pelo grupo que apóia o presidenciável conservador e de direita Jair Bolsonaro (PSL-RJ), assinou o manifesto “Porque não apoiaremos a reeleição de Pedro Taques em 2018” juntamente com outras 30 lideranças políticas de Mato Grosso. No entanto, afirma que a assinatura não significa aproximação com o grupo dos ex-aliados do tucano que também se articulam para disputar o Palácio Paiaguás.


“Assinei o manifesto porque apoiei Pedro Taques em 2014 e ele não correspondeu às expectativas. Isso não significa apoio a nenhuma outra candidatura. Meu projeto junto com a juíza Selma e com o senador José Medeiros está mantido”, declara Rossato ao .


Rossato pretende formar chapa majoritária com Selma (PSL) e Medeiros (Podemos) ao Senado. Para vice, defende um nome da Baixada Cuiabana e com trânsito entre os servidores públicos estaduais. O grupo conta com apoio de outros partidos pequenos como  Pros, PSC, PSDC e PMN. 


Além de Rossato, o manifesto foi assinado pelo ex-vice-govenador Carlos Fávaro (PSD) e quatro ex-secretários de Estado. Ex-aliados de Taques como o deputado estadual Zeca Viana (PDT) e o ex-prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (DEM), ex-prefeito de Lucas do Rio Verde Otaviano Pivetta (PDT) e ex-prefeito de Rondonópolis Percival Muniz (PDT) também assinam o documento.


Entre os signatários, outros dois também são cotados para disputar o Governo do Estado. São eles, Mauro e Pivetta como Plabo B do grupo dos ex-aliados de Taques. 


No manifesto, as lideranças ainda elencam os motivos que os levaram a não apoiar a reeleição de Taques em 2018. Conforme os signatários, o Governo Taques aumentou o caos na saúde, não cumpriu compromissos de campanha de 2014, fez gestão ineficiente, faltou com a verdade, quebrou as finanças do Estado e teve escândalos e indícios de corrupção.