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20/08/2018 às 12h48

Sobre a mentira do aquecimento global. E o aparelhamento ideológico de instituições e mídias brasileiras

Agronegócio
Sobre a mentira do aquecimento global. E o aparelhamento ideológico de instituições e mídias brasileiras
Reprodução Web

Sugiro que antes de palpitar cheio de vaidades e paixões ideológicas, leiam a o livro “A Máfia verde I e II”, escrito por um Mexicano.


É bem revelador as os bastidores de diversas ONG’s, no qual se analisarmos friamente, nos dará convicção de que o “Ambientalismo é o novo colonialismo”.


Já repararam quais são os países que financiam ONG’s Ambientais e Indigenistas? Já buscaram saber quantos por centos de florestas nativas preservadas ainda existem nestes países?


Meu objetivo não é doutrina-lo caro leitor, o objetivo é apenas que busque sua própria verdade, e não apenas fique repetindo textinhos bonitos em redes sociais, acreditando que está agindo politicamente correto.


Outro livro que conta os bastidores de interesses "ambientalistas" pelo bem da "humanidade" é o livro "Uma demão de verde" de uma jornalista Canadense que acompanhou os bastidores de grandes ONG’s.


O engraçado, é que os livros que denunciam as práticas e interesses obscuros de "ONG's são estrangeiros. Nós brasileiros estamos muito passivos, aceitamos tudo como verdade final.


Solicitado por vários leitores a voltar ao tema das ONGs, mostrarei a vinculação entre os "fazendeiros" americanos e a atuação de ONGs ambientalistas no Brasil.


Portanto, trata-se de uma curiosa conjunção entre o agronegócio americano, ONG’s ambientalistas, aqui no Brasil evidentemente, podemos ver grandes empresas, governos e "movimentos sociais" divulgando e semeando FakeNews e achologismo, dizendo lutar pelo povo brasileiro, mas que no final só beneficia meia dúzia de diretores muito bem remunerados, obrigado.


Em 2010, a National Farmers Union (União Nacional dos Fazendeiros) e a Avoided Deforestation Partners (Parceiros pelo Desmatamento Evitado), dos EUA, encomendaram um estudo, assinado por Shari Friedman, da David Gardiner & Associates.


O Objetivo do estudo foi analisar a relação entre o desmatamento tropical e a competitividade americana na agricultura e na indústria da madeira. É eles se preocupam com isso.


Agora duvido que você adivinharia o título da campanha. “Fazendas aqui, florestas lá. ”


Em resumo, o resultado do estudo foi que o desmatamento tropical na agricultura, pecuária e de florestas conduziu a uma "dramática expansão da produção de commodities que compete diretamente com os produtos americanos".


Tratando em miúdos, quer dizer que a competitividade do agronegócio brasileiro que deve ser diminuída para tornar mais competitivos os produtos americanos.


Isso mesmo que você leu!


O estudo esmiúça que os EUA teriam um ganho de US$ 190 bilhões a US$ 270 bilhões até 2030.


Analisem bem, as campanhas pela conservação das florestas brasileiras e a restauração das áreas desmatadas após 2008, conforme determina a Lei 12.651/2012 (Código Florestal), de forma alguma tem como objetivo o bem da humanidade, trata-se apenas de interesses econômicos que pouco ou nada têm nada de ambientalista.


Deixo bem claro, sou a favor de que o Brasil preserve a fauna e a flora. No entanto, que haja compensação para quem preserva sua reserva legal, pois apesar de bonito no papel, o código florestal é apenas mais uma lei para inglês ver. Dados do próprio IBGE 2010, FUNAI 2012 e DNGassem mostram que a agricultura ocupa 8% (65 milhões de hectares) da área de terra do Brasil e a pecuária 21%. O agronegócio participa com 22% do PIB Brasileiro. Desse valor, 69% é gerado na agricultura e 31% na pecuária.


Portanto, é hora de deixar a demagogia de lado e valorizar os verdadeiros ambientalistas. Pois o aparelhamento ideológico de instituições, mídias, justiça e educação, tem provocado distorções gritantes e inversão de valores. Onde quem mais preserva está pagando a conta sozinho, o produtor rural.





Rodrigo Gomes é Engenheiro Florestal,

pós-graduado em Gestão e Manejo Ambiental, 

Georreferenciamento e especializando em 

Engenharia de Segurança  do Trabalho