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12/03/2019 às 10h39

Via twitter, jornalista do Estadão compartilhou “Fake News” do Estadão, destacou analista

Política
Via twitter, jornalista do Estadão compartilhou “Fake News” do Estadão, destacou analista
Reprodução Web

A última publicação da jornalista do Estadão Constança Rezende, envolvida no escândalo da gravação denunciada por bloguista francês, foi há exatos 5 dias, conforme o print publicado no corpo desta matéria.


Constança publicou matéria do Estadão com o título: “Presidência eleva em 16% gasto com cartão corporativo”, e no enunciado da postagem a jornalista reforça a narrativa contra o Governo Bolsonaro: “Com Bolsonaro, Presidência eleva em 16% gasto com cartão corporativo”, conclui o tweet.

 

A postagem de Constança, via twitter, com o link da matéria do Estadão possui distorções sobre o uso de cartões coorporativos pelo Governo Bolsonaro; a matéria é claramente tendenciosa e leva os leitores ao erro, que na sua maioria consideraram que os gastos com manutenção do Governo Bolsonaro foram elevados em 16%.

 

Quando na verdade, os números apontam uma economia de quase 1/3 de todos os gastos. Conforme o levantamento geral, o percentual está em 28% de economia, nos primeiros meses do ano de 2019 em comparação às médias dos últimos 4 anos.

 

“E, quando falamos em distorções ou meias verdades, também estamos falando em Fake News. Matéria que leva o usuário da informação ao erro é claramente Fake News. Hoje, as mídias sociais são as melhores e mais rápidas fontes de informação; e muitos analistas e jornalistas de renome estão demonizando a rede mundial de internet como disseminadora de notícias falsas por conta da facilidade de pulverização e aceitação destas notícias. Porém, estes mesmos analistas e jornalistas esquecem que a ‘mídia mainstream’ tem sido uma das principais disseminadoras de Fake News, justamente via mídias sociais e internet”, avaliou o analista político Manoel Carlos.

 

Os servidores de Ministérios, Secretarias do Governo que necessitam fazer uso de passagens aéreas, hotéis e alimentação para manutenção em missões oficiais pelo país ou até quando estão acompanhando o presidente, as despesas são pagas com o conhecido “cartão corporativo”.

 

Parte da imprensa divulgou números distorcidos e separou a Secretaria de Administração da Presidência do restante dos ministérios no levantamento, apontando um aumento de 16% nos gastos de um dos setores.

 

Ao todo, aproximadamente 1.840 servidores estão registrados para usar os cartões corporativos; e estes servidores, no cômputo total, foram responsáveis por um gasto de R$ 5,3 milhões, menor que em governos anteriores. Neste caso, o governo com todos os seus órgãos, conseguiu uma economia de 28% em relação à média dos últimos quatro anos, governo Temer e Dilma.

 

Jornalistas dos principais sites da grande mídia, conforme o Exata News verificou, replicaram ou curtiram a referida matéria com as distorções, podendo ser considerada uma grosseira “Fake News”, e nenhuma checagem por agências de Fact Checking foi feita para desmentir os principais veículos de comunicação do país que replicaram a notícia em questão.

 

O ator Sandro Rocha chegou a criticar a postagem da jornalista Constança Rezende, veja o print:





Com informações: Estadão e Twitter