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22/08/2017 às 11h00

Ironia: Professora agredida defendeu violência contra Bolsonaro

Brasil
Ironia: Professora agredida defendeu violência contra Bolsonaro
A professora que têm ideais de esquerda sofreu violência de um aluno menor de idade, o mesmo perfil de jovem revolucionário e desordeiro defendido pela esquerda. (Foto: Facebook / Reprodução)

A professora que agora se diz dilacerada após sofrer violência física e verbal de um aluno menor de idade, chegou a elogiar em sua rede social a garota Gabrielle Van Pelt, a jovem militante do partido comunista brasileiro que jogou um ovo em Jair Messias Bolsonaro durante um passeio pelas ruas no interior de São Paulo.

 

Jair Bolsonaro, assim como os conservadores brasileiros, defende que professores sejam respeitados, além de reconhecer a importância de cátedra e do ensino de ciências. O parlamentar defende a ordem, a disciplina e hierarquia em sala de aula. O mais curioso é que em nota, a "professora" repudiou o apoio que recebeu de admiradores e eleitores de Bolsonaro e atribuiu a responsabilidade do crime praticado pelo adolescente à sociedade. Em postagem nas mídias sociais, a professora exalta figuras como Lula, Dilma, Eleonora Menicucci, Karl Marx e Paulo Freire. Este último, equivocadamente "patrono" da Educação no Brasil, defende a destruição das bases da família, o rompimento do pátrio poder, defende a transformação do aluno em um revolucionário, defende o afastamento de valores cristãos e a quebra da hierarquia entre aluno e professor em sala de aula. Ou seja, a "tia" Márcia Friggi "defende" que tragédias, como a que ela mesma foi vítima, se repitam. Não menos trágico, outra figura contemporânea defendida pela "tia" Friggi é a ex-ministra de Dilma, aquela defensora do aborto, a marxista leninista Meniccuci. A prática do aborto foi defendida e implantada como política de estado pela antiga União Soviética comunista e por Adolf Hitler na Alemanha nazista.

 

Por outro lado, Bolsonaro e a direita brasileira são contra a prática de aborto, também defendem a redução da maioridade penal para 16 anos e defendem que menores que cometam crimes, sejam punidos como criminosos e não como menores infratores.


Fica claro, como um "io-io da vida real", dias após elogiar a garota que agrediu Bolsonaro, a professora que têm ideais de esquerda sofreu violência de um aluno menor de idade, o mesmo perfil de jovem revolucionário e desordeiro defendido pela esquerda. A mesma professora também apoiou atos de violência contra João Dória, Prefeito de São Paulo. 

 

Para a extrema-esquerda e esquerda, menores de idade não podem ser punidos por crimes que cometem, por não terem “total discernimento de seus atos”. A esquerda é contra a redução da maioridade penal. Na prática, tratam estupradores e latrocidas como vítimas da sociedade.

 

Sendo os ideais da professora de esquerda ou direita, nada justifica agressões físicas, restando a penalidade da lei para o agressor, menor ou maior de idade.

 

Ao contrário da Professora, ninguém irá comemorar as agressões sofridas por ela. Assim como devemos nos solidarizar e exigir mudanças no sistema educacional brasileiro e leis penais rígidas contra jovens e adultos criminosos. Chega de "passar a mão" na cabeça de marginal!

Paulo Sampaio

Infelizmente tem muitos Brasileiros que ficam com pena de pessoas que não merecem compaixão. Hoje em dia ninguém respeita ninguém, se fosse filho meu ia levar uma lição, um corretivo. É um absurdo está professora defender pessoas que não merece o nosso respeito.

23/08/2017 14:23

Andrea

Isso só ppde ser doença ,ela NÃO aprendeu nada!acho que vai ficar até pior.

22/08/2017 15:10

Carlos Catacrese

Quem semeia vento colhe tempestade...

22/08/2017 14:35